Para estarem conectados ao consumidor, os e-commerces precisam, cada vez mais, desenvolver novas ideias e ressaltar seus diferenciais em relação à concorrência.

Para estarem conectados ao consumidor, os e-commerces precisam, cada vez mais, desenvolver novas ideias e ressaltar seus diferenciais em relação à concorrência. Uma das formas encontradas por muitas lojas – das maiores até as menores – foi por meio dos blogs.
 
Contudo, para alguns, essa pode não ser a melhor alternativa, já que vai exigir um investimento grande (pensando na necessidade de programação, desenvolvimento de layout e produção de conteúdo) e porque, certamente, demorará algum tempo até que o blog tenha um número bacana de acessos que possam ser levados à loja.
 
Sendo assim, a ideia é adaptar, tornar-se fonte, gerar conteúdo e divulgá-los em plataformas já conhecidas ou que já tenham um público bacana. A oportunidade torna-se muito mais atrativa para o empreendedor, já que não haverá custo algum para desenvolver a plataforma. O único gasto envolvido é o da produção de conteúdo, que pode ou não ser terceirizada, ou seja, se não for, custo zero!
 
Sejamos mais claros. Imaginemos uma loja do segmento de beleza e cosméticos. Ao invés de o lojista investir em um blog próprio, ele entra em contato com um determinado portal especializado no universo feminino e fecha uma parceria: a loja se torna “colunista” e produz x textos por mês para esse portal.
 
Imaginemos agora que a loja é recente e ainda pequena, tem cerca de 5 mil curtidas no Facebook. O portal, por outro lado, é bastante conhecido e tem suas 900 mil curtidas. Tornando-se produtor de conteúdo, a loja tem a possibilidade de atingir um universo diferente de mais 900 mil pessoas que podem se tornar compradores em potencial.
 
Mas é preciso destacar a importância da qualidade do conteúdo a ser gerado. É necessário fugir da mesmice e produzir informações relevantes para o dia a dia do público para o qual a loja falará. É preciso compartilhar conhecimento, dicas, truques, sugestões, etc., tudo que faça a diferença e, de preferência, que seja conteúdo original.
 
Vale destacar que, se houver espaço (e se for acordado com o portal/blog/site que há essa possibilidade), coloque e cite, sutilmente, o link de sua loja no decorrer do texto, afinal é mais um meio de captar tráfego e possíveis clientes. Mas lembre-se: esse não pode ser o foco. A postagem de seu conteúdo precisa chamar mais atenção. O link fica como “complemento”.
 
Outro ponto importante salientar é em relação à linguagem que deve ser usada nesses veículos. Em primeiro lugar, é necessário estar em conformidade com o estilo e personalidade que o blog/site/portal já usa. Além disso, é imprescindível falar a mesma língua que o público, afinal é para ele que se está falando. Vamos aos exemplos práticos: um site que fala sobre negócios te um linguagem mais séria e técnicas, enquanto um blog de moda ou beleza é muito mais despojado e informal.
 
Vale ressaltar também que os veículos escolhidos (e cada postagem cadastrada) precisam estar alinhados às ferramentas de SEO para destacarem-se nos mecanismos de busca. É importante definir palavras-chaves, garantir que os textos contenham em torno de 200 palavras, que venham acompanhados de imagem e que os próprios arquivos de imagem estejam nomeados de acordo com a palavra-chave escolhida, etc.
 
A oportunidade é bastante vantajosa para os empreendedores, especialmente para os pequenos. Vale refletir e quem sabe investir nessa.

Por Marco

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